Juli – o começo

Como todos sabem, ou deveriam saber, ao menos, não estou mais compromissado com a mulher que estava, ou seja, estou livre leve e solto. Então, é óbvio, que a putaria rolou no pré-carnaval, no durante, e inclusive no pós-carnaval. Vou deixar as outras histórias para depois ou nunca mais, entretanto, a que deve ser citada aqui, e assim será, me deixa de pau duro só de lembrar (e, melhor, não só estou lembrando como estou vivenciando-a nestes dias, já que a situação perdura desde o fim da “maior festa da Terra”.

Lá estava eu, banhando-me no Atlântico quando a vi, sentada numa toalha, mirando o mesmo mar em que estava a me refrescar. Percebi que seus olhares, em alguns momentos, passeavam por mim, e aquilo, misturado com a visão de sua boceta escondida naquele biquíni preto no meio das pernas meio abertas, deixaram-me de pau duro. Eu estava sozinho ali na praia. Fora depois do trabalho me refrescar. Ela não estava sozinha, como descobri posteriormente; fora com seus pais. Após alguns olhares, um sorrizinho daqui, outro dali, ela finalmente veio para água. Claro que não chegou perto de mim assim de primeira. Tivemos que fazer toda aquela aproximação, devagar, lentamente (não durou mais que três minutos até estarmos conversando). Então fomos para a segunda parte da história; nos conhecemos, nomes (vou chamá-la de Juli), disse que seus pais estavam com ela e foram caminhar (a praia tinha mais de sete quilômetros e eles acabavam de sair, sendo que estávamos numa das pontas). Nem preciso dizer o quão ela é bonita, mas aquilo tudo continuava me excitando, e, em algum momento, vi que Juli percebeu isto. Primeiro que eu não tirava os olhos de seus seios e barriga (estávamos com água na cintura, infelizmente), segundo, como eu sou mais alto que ela, algumas vezes, Juli podia perceber (e assim o fez) o tesão que se prontificava na minha bermuda. Na segunda vez que percebi que observava meu pau, senti-me na obrigação de perguntar se ela queria dar uma volta, sei lá, conhecer ou ir algum lugar à noite, o qual ela respondeu que sim, com o devido entusiasmo, não sem antes dar mais uma baixada de olhos na direção do meu pau, enquanto o mesmo latejava naquele exato momento. Marcamos para as oito da noite e ficamos ali, conversando mais algumas frivolidades que a ocasião pedia durante alguns minutos, incluindo a idade dela, que era de dezesseis. A minha idade a surpreendeu positivamente, pois pensara que eu tivesse pouco mais de vinte anos, no máximo vinte e cinco, mas nada disso mudou sua idéia de sair comigo mais tarde. Logo, ela disse, seus pais chegariam, o qual foi minha deixa para ir mergulhar em águas mais distantes daquela região. Nem quis ver quem era seus pais, pois, pela idade que ela me contara e, sendo parecida com a filha, sua mãe deveria ser muito atraente e poderia me deixar em maus lençóis com a filha.

Pularei os preâmbulos do nosso encontro noturno (se bem que, como estávamos em final de fevereiro, o sol se pôra minutos antes), só descontando os minutos finais, quando ela disse que queria ir para outro lugar (estávamos numa lanchonete condizente com a sua idade, é claro) nem perguntei para onde, e pouco depois já estávamos num quarto de motel. Eu sugerira uma praia, mas ela disse, para meu espanto, que preferia algo mais reservado.

Tirei sua roupa o mais devagar possível. Apreciando cada centímetro de seu corpo, de sua pele branca misturada com um leve toque de sol, nada que deixasse mais que uma suave marca de seu biquíni. Quando estava completamente nua (ah, sua calcinha branca, que contraste com àquela preta… ), Juli confessou que era virgem. Bem, não foi realmente uma surpresa, mas, com suas atitudes anteriores, não esperava isto. Porém, quem está na chuva é para se molhar, e eu não poderia voltar atrás depois de tudo que vi e senti. Ali estava o corpo que, vivesse naquele tempo, teria inspirado Botticelli a desenhar a Vênus nascendo; um corpo juvenil, ainda nos dezesseis anos, mas já totalmente formado, exceto pela melhor parte: não havia pêlos! Ver aquela boceta tão lisa como se não nunca tivesse havido um pelinho qualquer, deixou-me ainda mais transtornado. Sim, ela tinha pêlos (poucos, segundo ela), mas depilara-se ontem ainda, disse, e eles ainda demoravam muito para voltar. Quando meus lábios e língua encontraram-se com sua boceta (ela ainda de pé, eu, agora de joelhos), minhas pernas tremeram; porém, as pernas de Juli tremeram ainda mais com o primeiro contato. Primeiro contato mesmo, disse ela. Nunca fora tocada ali, a não ser, é claro, por cima da calça. Mais um estremecimento, meu dessa vez. Juli não aguentou muito ficar em pé e sentou-se na cama. Quando ela sentou, ameaçou abrir as pernas, mas, com carinho, fiz ela deitar-se de lado, oferecendo aquela bunda e mostrando sua boceta espremida entre as deliciosas (ainda que finas) coxas. Aquela visão me causou comoção. Juro. Fiquei emocionado, e durante uns quatro segundos, olhando, pensando que aquilo ali estaria na minha boca em alguns outros segundos, e outros depois, meu pau estaria roçando, e, finalmente, penetrando ali. A emoção foi tanta que nem percebi muito (naquele primeiro momento) o principal objeto de minha preferência: o cu. Ele estava ali, e só o percebi quando já mergulhava minha língua naquelas tenras carnes rosadas, finas, mas ainda assim, a esponjosa carne que nos envolve como num abraço, agarrando nosso pau (ou o que seja) até nos fazer gozar. Percebi o cuzinho pois, na posição que estávamos, meu nariz ficou ali, roçando-o, fazendo-me lembrar de sua existência. Mas, mantive-me firme em meu propósito de desfrutar, naquele momento tão especial para ela, somente da boceta. Não sei porquê, mas, pensando agora, parece-me que tinha um certo gosto de chiclete, aquela boceta. Não que tivesse gosto de chiclete, mas relembrando após o ato, parecia sim. Cheguei quase a enfiar minha língua inteira, o que culminou na terça ou quarta gozada de Juli. Nesta última, ela suplicou para que parasse. Então, quando pensei que passaríamos para a segunda fase (ou terceira), Juli disse que achava melhor “segurarmos”. Entendi que ela não queria penetração, mas, logo deixou claro, com algumas poucas palavras e mais ações, que eu não sairia dali insatisfeito de todo: fez-me deitar e logo sumiu com meu pau em suas duas mãos, numa lenta punheta, enquanto eu via seus lábios carnudos se aproximarem cada vez mais dele, que já latejava como nunca. De repente, desaparece a cabeça do pau nos seus lábios, como num beijo sem língua, apenas o biquinho formado por seus lábios, que o envolvia, o beijava. Então, senti sua língua roçando a cabeça. Minha respiração ficava mais ofegante. Rapidamente, agora, ela começou a engoli-lo completamente, como se já soubesse como fazê-lo. Ficou claro que não sabia, mas, em um minuto, aprendeu como era o ofício, e dois minutos depois eu já avisava-a que iria gozar. Ela disse, então, que queria que eu gozasse em cima dela. Chupou mais um pouco, até eu avisá-la, deitou-se de frente como quem se prepara para assistir a algo nunca antes visto e muito esperado, mas pediu para que eu enfiasse pelo menos um dedo em sua boceta. Como eu já estava quase gozando, nem pensei duas vezes, meti um dedo lá, enquanto mirava meu pau para gozar na sua barriga. Então, Juli viu minha porra voando em cima de sua boceta e gozou novamente, estremecendo toda.
Depois disso, descansamos por cerca de uma hora, deitados, nus, até ela dizer que já era hora de ir para casa. Trocamos e-mails, MSN, e a certeza de que voltaríamos a nos encontrar.

bucetinha

~ por pornografo em 8 março, 2009.

6 Respostas to “Juli – o começo”

  1. Uau! Fiquei sem fôlego com esta narrativa…

  2. nossa… aadelirei com a sua narrativa… e me imaginei no lugar dela!

  3. Agradeço os elogios pelo texto.

    Anjinha, se quiseres, não precisas ficar só na imaginaçã… 😉

  4. Ah, e em breve, a segunda parte desta história (que, como disse, está acontecendo…)

  5. quero te dar, fiquei mt excitada

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