Na praia…

Eu odeio, simplesmente, odeio sentir aquela dorzinha maldita na hora do gozo. Ah, sim, comecei meu relato de trás para frente, né? Mas, é porque, vamos dizer, não foi aquilo tudo que nós dois queríamos. Anaïs tinha pouquíssimo tempo, então, lá pelas dez da noite nos encontramos e rumamos para uma praia deserta aqui da cidade, ela saiu do carro, baixou a saia –- eu baixei sua deliciosa calcinha branca de renda -–, ela baixou minha calça, engoliu com a boca meu pau, molhou-o um pouco com sua saliva, levantou-se, virou-se de costas, expondo sua gostosa bunda para mim, abriu a buceta (enquanto eu colocava a camisinha, ficava observando aquela buceta e o cu, assim, expostos à maresia e o vento que vinha do mar; nestes momentos, admito, fiquei a divagar um pouco sobre a beleza daquele quadro que se pintava para mim, mas fui interrompido nos pouquíssimos segundos de reflexão por um “enfia logo, porra!”), e enfiei meu pau com toda a sofreguidão possível. Meu tesão era muito grande, pois estava até mesmo sem bater punheta há alguns três dias, e queria liberar logo minha porra (eu estava louco pra gritar assim, com o barulho do mar tentando me abafar), o que não demorou muito. Anaïs também não se demorou, gozando antes de mim, inclusive. Eu, como alertei no começo, gozei e não pude fazer algo que adoro, que é continuar bombando meu pau enquanto o líquido branco se ejeta da ponta do meu caralho, pois aquela maldita dor no lado (sabem, né?, aquela de quando a gente corre um pouco respirando errado e tal) fez-me parar. Agarrei Anaïs, segurando-a contra meu corpo, numa tentativa, talvez, de fazer a dor parar, de me aliviar, mas, também, de tentar prolongar aquele maldito gozo. Consegui por uns dois segundos, apenas. Depois parei, ofegante, tentando controlar a dor lancinante. Ficamos naquela posição por mais um minuto e então nos soltamos. Anaïs se virou e me tacou um molhado beijo e foi tirando minha camisinha bem devagar, com suas ágeis mãos. Depois de se livrar da camisinha, voltamos e ela me deixou no lugar de sempre.

a_midnight_mermaid.jpg

~ por pornografo em 11 fevereiro, 2008.

9 Respostas to “Na praia…”

  1. Nossa, foi rápido e apesar da sua dor, molhei…
    Adoro seus relatos…
    Beijos

  2. Ai, eu sei que dor que é…
    bom, que pena…
    Mas sexo numa praia deserta é tudo de bom!
    Beijos.

  3. Que história gostosa…como sempre neh!!!!

  4. Essa dona moça, Sapequinha… adoro Anais,
    garota de sorte che!

  5. Sentimental, sim, foi rápido mesmo. Gosto de ‘rapidinhas’, mas dessa vez, não foi o que eu e ela queríamos hehehehehehe

    Princesa, bem, a praia não estava assim tãããão deserta hehehehehe. Mas não havia ninguém por perto pra assistir à deliciosa cena.

    Carolina, ela é uma garota de sorte tanto quanto eu sou, né? 😉

  6. Delícia. Rapidinhas ao ar livre são TDB. Beijossssssss

  7. Nem sempre os astros colaboram para uma super foda, mas até onde deu pra perceber parece que valeu a pena.
    Abraço

  8. nossa. buceta e cu expostos ao vento do mar devem ser um delírio. cara de sorte, você, hehehe. bjs

  9. [esperando ansiosa o próximo post, ó caro pornografo, com sues contos inspirados….]

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