Fodendo no caminho

(continuação)
A conversa no carro, enquanto voltávamos, foi o mais divertida possível. Anaïs contava como fora suas festas de fim-de-ano, enquanto eu fazia o mesmo. Parecíamos um casal de namorados que há muito não se via. Só que, em um dado momento, Anaïs veio com essa conversa:
“Olha, eu estou pensando numa coisa.”
“O que?”
“É que… eu queria muito sentir sua porra dentro de mim, você me entende?”
“Sim, claro que entendo! Eu também queria muito gozar dentro de você!”
“É claro que eu tomo pílula, mas, nós temos que confiar um no outro. Por isso, eu iria propor que fizéssemos um teste de Aids, se você não se importar.”
“Não, claro que não me importo.”
“Mas, você entende que aí… então…”
“Sim, entendo que seremos… fiéis um ao outro. É isso?”
“Bem, não precisamos ser fiéis ao extremo, mas, que cada um se cuide ainda mais quando for dar uma ‘escapulida’.”
“Perfeito! Mas… e seu marido?”
“Olha só, faz mais de um ano que não transamos, e não vejo perspectiva para que isso torne a acontecer, mas, se acontecer, eu te aviso.”
“Ótimo.”
E continuamos a viagem. Porém, acho que o assunto mexeu conosco. Ela voltou a fazer um comentário, agora, um pouco mais solta: “Hummmm… Ter você gozando dentro da minha buceta será algo extraordinário!”, o qual repliquei com um sorriso malicioso. Meu pau já tava duro só em olhar para aquelas pernas torneadas e brancas. E como tínhamos acabado nossa “sessão no parque” rapidamente, o tesão voltou para Anaïs tão rápido como para mim. “Vamos parar no primeiro motel que encontrarmos”, ela disse. “Você tem que acabar aquele ‘servicinho’ começado dias atrás, lembra?”. “É claro que lembro.”
E assim fizemos. Paramos no segundo motel (o primeiro era muito tosco). Anaïs foi logo tomar um banho primeiro e me chamou junto. Ainda no banho, lambi todo aquele corpo quente por sexo. Estávamos em fogo puro; eu queria logo foder aquele cuzinho delicioso; estava com saudades dele. No banho, meti minha língua lá, pois sabia que ela ficaria ainda mais louca. E quase não consegui segurá-la. Suas mãos apoiavam-se na parede do banheiro, e parecia que ela desabaria a qualquer momento, enquanto eu tentava penetrar aquele cu com minha língua voraz. “Chega, não aguento mais. Vamos logo de uma vez”, ela disse. E fomos nos secar; o mais rápido possível. Ela terminou primeiro, e foi para a cama. Quando lá cheguei, novamente Anaïs me aguardava na posição em que tudo começou. Estava de quatro, com seu rabo empinado para cima. “Lambe ele mais um pouquinho, por favor”, falou como uma gatinha miando baixinho. Parecia que aquilo era necessário a sua sobrevivência. Mas, se era ou não, o que importa é que também estava com muita tesão, e como adoro meter minha língua ali, fui direto ao ponto principal daquela tarde. Anaïs parecia estar se segurando; imóvel; agarrada ao colchão, enquanto eu passeava a língua por todo aquele buraco e suas adjacências. E assim fiquei, com meu pau em riste, por uns dois minutos, eu acho. Até que senti o corpo de Anaïs arqueando para trás, os braços dela me agarrando e ela sussurrando “vai, enfia logo de uma vez… não aguento mais.” Quando ela dizia “não aguento mais”, meu pau já estava na beirada do cu, esfregando-se ali, teimando em não querer entrar. Mas, o momento pede um pouco de calma, só que Anaïs quer ser penetrada, tem pressa. Enfia o rosto nos travesseiros, abre o mais que pode sua bunda, afastando bem as pernas, e, puxando seus glúteos com a mão, a entrada do meu pau é facilitada ao máximo. Sua buceta parece também em chamas, e enfio dois dedos nela. Anaïs quase grita de prazer.Pede para eu tirar, pois diz que não vai aguentar. Está fora de si. Meu pau arrastando dentro de seu cu também queima de tesão. Eu tiro meus dedos já encharcados de sua buceta. Mesmo assim, Anaïs não demora a gozar, e começa a quase gritar, rebolando, se jogando, querendo meu pau mais dentro ainda de seu cu (o que era impossível, posto que estava todo dentro!). Ela desaba na cama, enquanto eu me apóio nas suas costas, terminando meu trabalho com um estado poucas vezes alcançado por mim. Sei que já devo ter dito isso aqui, mas eu passei a outro plano naquele momento, naquele gozo. Pensei que iria morrer nos poucos segundos em que fechei meus olhos enquanto minha porra saía. Enterrei mais algumas vezes meu pau no cu de Anaïs e desabei em cima dela, que ainda se contorcia de prazer. Ficamos assim por longos minutos. Dormimos por uma hora, mais ou menos, acordamos, exaustos de prazer e voltamos para casa, já comecinho de noite. Domingo não nos vimos, pois ela tinha compromissos familiares.

samanthawolova.jpg
foto de samantha wolovvir

~ por pornografo em 16 janeiro, 2008.

17 Respostas to “Fodendo no caminho”

  1. Eu entendo! Me identifico e teso… nada como uma esporrada quente e viril dentro da gente, é como se praticamente marcasse território.
    Boas fodas,
    Many

  2. Que delícia!!!
    Só não vou lhe mandar lambidas pois agora vc é um rapaz comprometido, rsss…
    Abraços.

  3. Hummm deu prá suar!!! Nada como ler, sentir, imaginar, visualizar, molhar e quase gozar junto… Menino, que loucura!!!

  4. Gostei de ver…
    Vc é “fixo” agora…
    Beijos
    *Gozei junto…

  5. Obrigado, srta. Sentimental! Já és fixa aqui faz tempo!

    Alana, que bom. Suar e dar são coisas que se complementam 😉

    Princesa, que isso?? Tem nada de compromisso não. Continuamos livres e soltos. 😉

    É Many, realmente, uma esporrada dentro da buceta é algo… inigualável… e marca o território, com toda a certeza, pois tem que haver confiança das duas partes.

  6. oi pornógrafo, acaso é do senhor que partem o tal selo que ora recebo?

  7. Amor da minha vida, agora VC é fixo de Anaïs….
    beijos

  8. Selo??? Não sei. Li em alguns blogs sobre este tal de selo, mas ainda não me inteirei completamente sobre o assunto.

    Ahhhhhhh. Entendi. Fixo. hahahahahahahahaha. Bem, mas nada de fixo não. Fixo é só meu pau duro quando vejo aquela mulher pelada (ou nem precisa tanto hehehehhehe)

  9. Entendo…
    E ele fixo deve ser uma loucura…
    Mas isso é outra história…
    Beijos

  10. hahahahahahaha.. sobre isso, realmente, é ooooutra história.
    beijos, guria.
    😉

  11. Eu li um por um dos seus textos, desde o primeiro ao ultimo.
    Vc esta de parabéns…
    e as fotos sao muito boas tambem!

    gosto do jeito que voce escreve sabia?
    gosto da falta de pudor, gosto (e quem nao gosta?) de sacanagem ao ar livre 😛
    me identifiquei com suas historinhas…de alguma maneira ou outra, por mais sutil, que seja um detalhe aqui ou outro ali, eu me identifico de verdade.

    Espero pelo proximo post 😉

  12. Deliciosas palavras, senhorita Carolina!!! Tb gostei do que escreveste aqui, fiquei deveras feliz!!! 😉

  13. Que história gostosa… me deixou cheia de tesão

  14. Amei todas as suas histórias com a Anais…me imaginei em todas elas…delícia!!!!

  15. 100saber, obrigado. Não precisas só ficar na imaginação, precisas? 😉

  16. Oi, pornógrafo, te achei lá no PD. Coisa de louco!!! Adorei seus textos. Já está nos meus favoritos. Tomara que a Anaïs continue querendo você mais e mais. Será que ela é muito ciumenta? rsrsrs…
    Bjos.

  17. Olá De! Obrigado pelos elogios! Agradeço de coração!
    E sobre Anaïs, não não. Ela não é ciumenta, nem poderia, certo?, já que é casada. 😉

    Mas, se interessada, meu e-mail é sade_wilde@hotmail.com ;-0

    Beijos

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