No apartamento

(continuação)

 

Esqueci de comentar sobre o rosto de Anaïs, que vi pela primeira vez quando nos encontramos no sábado à noite: bem, não é muito diferente sem a máscara. Continua linda e maravilhosa. Porém, agora a conheço, assim como ela me conhece (bem, ela me conhece mais, é claro), e se a encontrar, a reconheceria em qualquer lugar, mesmo no meio de uma multidão.

 

Mas, voltamos ao apartamento, de onde parei o relato: após eu dizer que havia entendido que ela estava no comando, Anaïs mudou de comportamento e disse “já que estou no comando, minha primeira ordem é: ‘agora, estás no comando!’ ”. Meu pau, que já estava duro, pulsou com o que vinha pela frente. Ela vestia uma mini-saia jeans com uma blusinha branca, e facilmente via seu duro bico do seio apontando para mim.

“Já que estou no comando, vire-se de costas pra parede, agora!”, dei a ordem, obedecida prontamente.
“Sim senhor”, respondeu ela, virando- se e espichando a bunda.

“Abra as pernas, vagabunda” e ela abriu.
Meti minha mão por baixo da saia, enquanto vi Anaïs ficar nas pontas dos pés. “Tira essa calcinha!”. Ela tirou; apenas um fio. “Dê-me aqui”. Cheirei a calcinha, que já mostrava sinais do tesão de Anaïs. Enquanto também lambia a calcinha, a impaciência de Anaïs a fez olhar para trás. “Vagabunda, quem disse que podes olhar pra trás”, quase gritei. E um tapa estralou em sua bunda. Ela virou o rosto novamente para a parede e minhas mãos procuraram seu delicioso rabo mais uma vez. Agora, aquela greta estava já encharcada. Enquanto meus quatro dedos se empapavam com seu suco, meu polegar rodeava o cuzinho, forçando-o, afagando-o. Com a outra mão, segurava seus cabelos negros longos, empurrando sua cabeça algumas vezes para trás, outras para frente. Anaïs gozou rapidamente. Suas pernas quase não conseguiam segurar o corpo trêmulo, então a fiz ficar de joelhos. “Abre a boca, puta! Isso, agora engole meu pau”. Anaïs sabe como chupar um pau, isso é inegável. Ela ainda estava abalada com o gozo (ela fica quase quinze segundos gozando!), enquanto tentava chupar meu pau direitinho. Com o pau todo encharcado com a saliva de Anaïs, empurrei-a. “Vai pra cama. De joelhos.” Fui acompanhando-a, vendo seu rebolado, e, de vez em quando, aparecia sua boceta vermelha e molhada. Aquilo era demais! Eu queria meter logo ali, mas sabia que deveria postergar o máximo possível. Subiu na cama. “Agora tira a saia. Muito bem. A blusa também.” Peladinha, mandei ficar de quatro. “Isso, agora mete o dedo no cu”, e ela meteu os dois logo de uma vez, aproveitando que o seu gozo lambuzara toda a região. Aproveitei para tirar a roupa, ficando com meu pau apontando para aquela visão do paraíso. Fui até a cama e mandei-a chupar mais uma vez. “Tira o dedo do cu, que agora o meu dedo vai entrar aí”, disse enquanto ela me chupava vorazmente. Foi nessa hora que um barulho na porta nos interrompeu. Anaïs correu, vestiu a saia e a blusa. Eu, nada poderia fazer, fiquei ali, pelado, esperando. Ouvi vozes femininas conversando. Anaïs voltou logo. Disse que sua amiga, dona do apartamento, voltara cedo demais. Ela explicou a situação para ela. Porém, ela queria assistir nós dois fodendo. Bem, eu assenti, desde que ela ficasse nua também. Anaïs voltou para conversar com sua amiga, e logo voltavam as duas, e a amiga foi tirando a roupa, junto com Anaïs. Pensei “é hoje que eu fodo com duas!!”. Logo Anaïs volta a sua posição. Eu não perdi mais tempo, mandei-a colocar a camisinha com a boca. Sua amiga deliciava-se com a visão. Em seguida, meu pau estava dentro da boceta de Anaïs. Tenho quase certeza que ela gozou em menos de dez segundos após eu entrar. Sua amiga já estava com três dedos dentro da sua boceta também. Meti com força em Anaïs. Com muita força. Pensei até que ela não agüentaria. Mas agüentou. Sofreu, mas agüentou. Meu polegar entrava e saia com facilidade de seu cu, enquanto minha mão esquerda estapeava sua bunda de quando em quando. Fiz um sinal para a amiga de Anaïs se juntar a gente, mas ela não se alterou, e continuou sua siririca até o final, enquanto a outra se debatia em sua segunda gozada naquela trepada. Eu, logo gozei também, caindo sobre Anaïs. Quando olhei para trás, a amiga de Anaïs já fora embora. Uma pena.

Dormimos uns quarenta minutos. Anaïs assim que acordou, meteu a boca no meu pau, acordando-me do melhor jeito possível. Ele já estava no ponto quando voltei a mim. Ela me sugava, e então puxei suas pernas para cima da minha cabeça. Vi sua boceta já molhadinha, pronta para minha língua. Enfiei-a o máximo que pude. Meus lábios colavam-se com os grandes e pequenos lábios, quase num beijo apaixonado. E era isso mesmo! Um beijo apaixonado naquela boceta que eu tanto queria e tanto me queria também. Dessa vez, gozamos juntos! Anaïs engolia minha porra enquanto eu segurava suas pernas e corpo quase descontrolados, tentando manter minha boca colada à boceta no momento do gozo. Após passado o tesão, ela virou para o lado, e dormimos assim mesmo. Lá pelas 4h da manhã, foi a vez de eu acordá-la. Com dois dedos, comecei a esfregar sua boceta levemente, até acordá-la. Ela começou a ficar molhada antes de acordar! Ela me convidou para um banho, e lá fomos. Chupou-me, mas na hora do gozo, tirou meu pau para fora, deixando o esperma voar pelo seu rosto. Quando viu que acabou, puxou o pau novamente para dentro de sua boca, lambendo-o com sofreguidão. E ela gozou ali mesmo, sem eu nem encostar nela.

Fomos para cama. Disse a ela que queria seu cu, agora. Prostrou-se de quatro. O cheiro de sabonete agora tomava conta daquele quarto que até então só sentira nossos odores do sexo. Comecei lambendo-o, enfiando minha língua (já cansada). Abria seu cu o máximo que podia e minha língua trabalhava o quanto podia. Rodeava com o dedo aquela borda deliciosa. Não queria colocar nada ali antes do meu pau, a não ser a língua. Anaïs estava quase gozando mais uma vez. Então meti o caralho. De uma vez só. Ele entrou até a metade, pois senti que estava forte demais. Deixei que Anaïs controlasse um pouco a situação e fiquei parado. Então ela foi, um pouco mais devagar, empurrando sua bunda contra mim, fazendo meu caralho desaparecer dentro do seu cu. Quando faltava pouco, ela começou a rebolar tanto que não agüentei e gozei. Ela, sentindo que eu me movimentava (e quase gritava) loucamente, gozou junto. Deitamos e dormimos.

 

Acordamos lá pelas 11h da manhã do domingo. Anaïs me fez prometer que desceria com ela de olhos fechados. Ela me guiaria até o ponto onde nos encontramos. Veríamos-nos, pela primeira vez, à luz do dia, mas ela não deixou. Disse que eu não deveria olhar para trás quando eu estivesse livre. E assim foi. Quando chegamos ao local, novamente deu-me um beijo, um forte beijo. Disse para eu esperar uns segundos e seguir em frente. Ela entraria em contato em breve.

anal

~ por pornografo em 18 dezembro, 2007.

17 Respostas to “No apartamento”

  1. estou adorando o conto…muito envolvente …passe no secrets and stories
    bj

  2. adorei

  3. Obrigado. Já estás linkado também.

  4. UAU!!!

    Juro que não me aguentei e acabei fazendo como a amiga de Anaïs: “assistindo” e me deliciando diante desse fabuloso relato!

    Fiquei com água na boca…

  5. É… delicioso é pouco. E, confesso, bati uma após acabar de escrever isto. Não tinha como, mesmo com o pau ainda meio dolorido de tanta foda hehehehehehehe

    Aliás, my princess, tens blog?

    Lambidas pra ti.

  6. Tão inspirador … tão delicioso … um texto molhado, que me deixou gotejante …

  7. Caro Marquês, sim, eu tenho um blog, mas é mais um diário que um blog, e por ser assim tão íntimo, eu não o divulgo. Tem fotos minhas e tal, por isso prefiro que você ainda não o saiba.
    😉

    Beijos quentes.

  8. Realmente, Carmen… foi “excitadamente” molhado!

    Sim senhorita, Princesa, se não queres que eu saiba (ainda), fico no aguardo do dia que mudares de opinião. 😉

    lambidas (já sabes onde).

  9. Nêgo, só um suspiro… o cu faz toda a diferença! dito.
    Feliz Natal e beijos
    Many.

  10. Ah! voismicê faria a gentileza de mudar o “Submissa” para “Em que posso lhe servir?” tem que digitar um pouco mais, pero, faz toda a diferença também! rss

    Um beijo no teu pau, (com todo respeito)
    Many.

  11. Caraca…fiquei enxarcada agora…
    Que delícia…
    Vou ler os outros posts…

    Beijo gostoso!

  12. ah…

    http://voluptuosidade.wordpress.com

  13. Many, COM TODA A CERTEZA DO MUNDO: o cu faz toda a diferença! Sim, mudarei em seguida. Ah, o beijo no meu pau, com todo o respeito, foi recebido com enorme prazer (porém, sem nenhum respeito).

    Dona Volúpia, que bom que ficaste encharcada! É esta a intenção de todos que escrevem acerca de seus relatos, ainda mais qdo são estes tipos de relatos.

  14. Vou te imitar agora..

    Pornógrafo, pornógrafo…que bom que seu pau ficaste duro
    É esta a intenção de todos que escrevem acerca de seus relatos, ainda mais qdo são estes tipos de relatos.

    Hhahahahahha….

    Espero que volte para me ler mais vezes…. 😉

    Te linkei, okay?

    BEIJO!

  15. Tá bom. Gostei da “imitação”. 😉
    Claro que voltarei, senhorita!
    E obrigado por linkar.

  16. Não tenho nada, absolutamente nada a acrescentar, q não tenha sido dito pelas meninas aí de cima….
    Só um pequeno detalhe: FANTÁSTICO…
    Beijos

  17. Agradeço também suas palavras, “sentimental”.
    beijos pra ti

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