Alô? Oi, sim já estou te vendo. Agora, vire de costas que já te alcanço. Tá… mas sigo reto ou dobro na próxima rua? Não, vai indo que já chego em ti.
Em alguns segundos P. já estava caminhando atrás de M. Ela só sentiu que ele estava tão perto quando P. encostou a mão na sua cintura, fazendo com ela o seguisse, mesmo não o vendo nem o ouvindo. Caminharam mais alguns metros, dobrando numa rua e entrando em outra. Seu carro está longe?, perguntou M. Ele respondeu apenas com um grunhido que não. Não vais me deixar te ouvir mesmo?, perguntou novamente, e a reposta foi mais uma negativa. M. sorriu. Ela realmente estava gostando da idéia de ser possuída por um homem a qual nunca vira nem ouvira (a não ser pela internet ou pelo telefone). P. a colocou no carro, ela se sentou e ficou olhando para fora, enquanto ele entrava. Após isso, vendou-a com um lenço vermelho de seda e assim que o carro começou a andar, M. deitou nas pernas de P. Ela foi acariciando seu pau por cima da calça, sentindo-o, enquanto P., por baixo da saia de M., tentava alcançar as pernas e a bunda dela. Entretanto, em poucos minutos, estavam no motel. Ele a retirou do carro, subiu as escadas do quarto e a colocou de quatro na cama, deixando-a sozinha, enquanto voltava para fechar o carro e a porta do quarto de motel. Quando voltou, ela continuava esperando na mesma posição, deliciosamente submissa. P. chegou por trás e começou a acariciar a bunda de M. levantou a saia, ficou admirando a lingerie preta. Beijou a bunda de M., e lentamente, começou a tirar tudo, enquanto lambia, acariciava. Finalmente, deixou-a nua, e então, começou a lamber o cu de M., que gemia de prazer e agonia, por estar tão submissa como nunca esteve na sua vida (na verdade, era a primeira vez dos dois nestes tipos de jogos sexuais). Durante algum tempo, a língua de P. continuou no cuzinho de M., que queria logo se livrar de tudo aquilo. Mas então, P. a virou de frente, e partiu para a buceta depilada (como exigido por ele). Ali, também demorou-se mais um pouco, porém, o auge deu-se quando ela ouviu pela primeira vez sua voz (depois que a levantou e foi novamente colocada de quatro): “me chupe, agora!”. E assim ela o fez, com a devida maestria, com a devida voluptuosidade que o momento pedia. E chupou até que P. não agüentasse mais. Então, ele a liberou de sua venda.











